Rock’n Music: Músicas sobre fim de relacionamento

Quem nunca passou por uma desilusão amorosa? Isso é tão comum que é certeira a presença deste tema em diversos estilos musicais. Claro que existem uns aí que só falam disso, como o caso dos goianos de calça colada, mas é no Rock que sentimos de fato como os cabeludos sofrem. Com isso separei algumas canções para embalar aquela fossa beirando a depressão de uma forma mais estilosa.

Tudo começa com uma briga, ou normalmente é dessa forma. E nada mais apropriado que está canção para darmos inicio. Lançada no álbum The Beautiful Lies da banda americana 30 Seconcons To Mars, The Kill é uma canção de revolta e deixa claro que já não dá mais.

What if I wanted to break?
Laugh it all off in your face
What would you do?
What if I fell to the floor?
Couldn’t take this anymore
What would you do, do, do?
Come break me down
Bury me, bury me
I am finished with you

E se eu quisesse terminar?
Rir de tudo na sua cara
O que você faria?
E se eu caísse no chão?
Não pudesse mais aguentar isso
O que você faria, faria, faria?
Venha me destruir
Me enterre, me enterre
Eu terminei com você30-Seconds-to-Mars-PhotoShoot-3-jared-letoCalma aê, nada de brigas por aqui!

Tirada do Slave To The Grind da banda americana Skid Row de 1991, está canção é com certeza uma daquelas que você vai ouvir repetidamente nos piores dias dos “porquês” ao lado de uma barra de chocolate (isso no caso das mulheres), In A Darkened Room tem uma letra tão sentimental que chega a dar dó.

Tell me when the kiss
Of love becomes a lie
That bears the scar of sin too deep
To hide behind this fear
Of running unto you
Please let there be light
In a darkened room

Me diga quando o beijo
De amor virar uma mentira
Que traz a cicatriz do pecado profunda demais
Para escondê-la atrás do medo
De correr até você
Por favor, que haja luz
Em um quarto escuroskidNão fica assim Sebastian, ela volta

O mais interessante nesta música é que muitas pessoas atribuem a ela o título de música amorosa, romântica. Mas na verdade está canção não passa de um lamento infeliz de um cara que não aceita a separação. Lançada em 1984 do excelente, que para muitos seria o melhor álbum dos caras, Love At First Sting da banda alemã Scorpions, Still Loving You com certeza será perfeita para aqueles momentos mais difíceis.

If we’d go again
All the way, from the start
I would try to change
The things that killed our love
Yes, I’ve hurt your pride, and I know
What you’ve been through
You should give me a chance
This can’t be the end
I’m still loving you

Se nós percorremos novamente
Todo o caminho, desde o início
Eu poderia tentar mudar
As coisas que mataram o nosso amor
É, eu feri o seu orgulho, e eu sei
Pelo que você já passou
Você tem que me dar uma chance
Isto não pode ser o fim
Eu continuo amando você

scorpionsQue isso galera, põe um riso nesse rosto, bola pra frente

Como nada é para sempre, a fossa também não há de ser. Está é uma daquelas canções que ilustram a fase onde a cabeça começa a voltar para o lugar e já começamos a entender todos os conselhos de nossos amigos. Lançada em 1991 no Use Your Illusion I, no auge de uma das bandas símbolo dos anos 90, November Rain dos americanos do Guns n’ Roses é uma daquelas clássicas que até o clipe nos faz chorar.

‘Cause nothin’ lasts forever
And we both know hearts can change
And it’s hard to hold a candle
In the cold November rain

Porque nada dura para sempre
E nós dois sabemos que corações podem mudar
E é difícil segurar uma vela
Na chuva fria de novembro

Guns-N-Roses-Pô pessoal encher a cara não resolve nada

Agora encarar a fossa está um pouco melhor, não acham?

Rock’n Music: Amizades no Rock

Hoje é dia do amigo, 20 de julho.  A ideia de criação da data surgiu do dentista e professor argentino Enrique Ernesto Febbraro, pois o mesmo analisava que a partir da chegada do homem à lua, o mundo não teria mais fronteiras, deixando de existir as barreiras nos relacionamentos entre as nações, independente da raça, da ideologia ou da religião. É muito poético e meio viagem desse hermano aí, mas o que vale é que a intenção é bem bacana.

Com isso separei algumas parcerias que deram muito certo no mundo do Rock, vamos a elas:

Lançada em 1982 no álbum Hot Space da banda Queen, “Under Pressure” contou com a participação e parceria nos vocais de David Bowie. Uma união que deu tão certo que a canção hoje em dia é tida como um dos grandes clássicos da banda inglesa.

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Imagina a conversa… gênios!

Em 2001, o vocalista e principal compositor da banda alemã Edguy, Tobias Sammet, lançou um projeto chamado Avantasia, uma reunião de músicos de diversas bandas para a gravação de um trabalho envolvendo Heavy Metal, Hard Rock, música clássica e ópera. Que mistura não? O resultado foi espetacular! E entre esses músicos envolvidos no projeto havia um cara que era seu ídolo, Andre Matos.  O ex- vocalista da banda brasileira Angra ganhou um papel de destaque na história de Avantasia e ainda participou da gravação do dvd do projeto. Dois anos mais tarde foi a vez de Tobias Sammet participar da gravação do dvd da então banda de Andre Matos,  Shaaman.andre e tobias

Canta pouco essa dupla hein?

Presente no 4º álbum Instinto Coletivo da banda O Rappa, “Ninguém regula a América” é uma daquelas parcerias que ninguém imaginava, e logo depois de ouvir se pergunta “porquê não pensaram nisso antes?”. Apesar das bandas O Rappa e Sepultura não falarem a mesma língua no mundo do rock, aqui o resultado foi muito bom.

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 Grandes representantes do metal brasileiro pelo mundo

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O Rappa, som com originalidade

Está parceria tem uma representatividade a mais para mim, eu estava lá. Na gravação do segundo dvd da banda de metal melódico Angra, em agosto de 2013. Entre tantos amigos convidados, uma artista se destacou, Tarja Turunen, ex-vocalista da banda finlândesa Nightwish, que esbanjou talento e carisma para os fãs presentes. Não é a primeira vez que a vocalista canta com os brasileiros, no ano de 2011 ela também deu as caras naquela fatídica apresentação no Rock in Rio.

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O contraste dessas duas vozes é perfeito!

Bom galera é isso, se você tem mais alguma sugestão de parceria, deixe nos comentários e vamos aumentar está lista.

Rock’n Music: Viva o Rock!

O dia do Rock está chegando! E eu não vou ficar aqui falando sobre a origem da data, porque isto você encontra em todo lugar. Invés disso separei uma lista de músicas que cultuam, representam e homenageiam este estilo universal.

Para começar vamos de um hino do heavy metal retirado do terceiro álbum da banda Rainbow “Long Live Rock n’ Roll” de 1978 que é o mesmo nome da músicaRainbow Mark I

Ronnie James Dio e Ritchie Blackmore – Muito ego para uma banda só

 

A seguir um clássico de uma banda com a cara do anos 80 e todo aquele exagero da época. Twisted Sister com “I Wanna Rock” do álbum “Stay Hungry” de 1984.

Dee Snider e sua trupe, Glam Rock de primeira!

 

Depois de ver essas caras feias do Twisted Sister (só o som que é bom), preciso dar um jeito nisso. Nada melhor do que aquela que abriu os olhos dos homens e as portas para as mulheres no mundo do Rock, Joan Jett! Este clássico foi tirado do seu segundo álbum solo após a saída do The Runaways, “I love Rock’n Roll” de 1981 – Joan Jett and the Blackhearts. Esta é uma daquelas músicas que você nem precisa gostar de Rock para conhecer e sair cantando junto.joan_jett

Para que este blog não se torne “Rock a Um” o comentário foi excluído

Sou suspeito para falar de qualquer coisa que se relacione a esta banda. Os caras superaram a perda de seu vocalista em uma morte com causas estranhas até hoje, muitos diziam que a banda estava acabada. Cinco meses depois da fatalidade, em homenagem ao falecido integrante, lançaram um álbum que acabou se tornando o segundo disco mais vendido da história da música, com 42 milhões de cópias vendidas pelo mundo. O que esperar depois disso tudo? Bom, os caras sabiam a resposta. Em 1981 o AC/DC lançava como sucessor do extraordinário “Back in Black” , o seu oitavo álbum “For Those About To Rock” (We Salute You), disco este que demonstrava que a banda não tinha ficado no comodismo e que quando o assunto é Rock eles entendem. Está é a música título do álbum, que é um verdadeiro convite a todos que ama e saúdam o Rock’n Roll!Angus Young of AC/DC performs at ANZ Stadium in Sydney, 18/2/10

Angus Young com suas danças e Gibson SG inseparável.

Rock’n Music: Roqueiros também amam

Quando falamos em Rock para as pessoas que não o conhecem, logo imaginam caveiras, sangue, morte e demônios para todos os lados, chega a ser até engraçado algumas reações. Não que não haja uma certa verdade neste pensamento mas esta é uma parte muito pequena da realidade de um estilo tão abrangente e completo.

Esse papo de que todo roqueiro é do demônio, já deu né!

Hoje vim provar para estas pessoas de cabeça fechada que há muito amor no Rock, sim, amor! Não estou falando daquele “amor” das músicas sertanejas, barato ou de duplo sentido. Aqui o sentimento é levado a sério.

E quando falamos de músicas amorosas logo vem a cabeça um cara que além de cantar muito é um entendedor dos assuntos do coração: David Coverdale, vocalista da banda Whitesnake. Como assume papel de mentor e principal compositor das letras da banda, Coverdale demonstra toda a sua paixão através de suas composições que falam de amor em todas as formas, sem deixar o rock de lado, como vemos  na clássica “It This Love”.

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Cuidado meninas, David Coverdale na área.

Rock, amor… não tem como não falar de Jon Bon Jovi, o rapaz é um verdadeiro imã com a mulherada, esse é o cara! Quem nunca usou um pouco do seu poder de sedução através das músicas dele? É infalível. E “Always” é um grande exemplo do arsenal de Jon Bon Jovi.

 

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Cuidado maridos, Jon Bon Jovi na área!

Agora se vocês estavam achando que estava sendo tendencioso para o lado da estética, Aerosmith é a prova de que beleza não se põe a mesa. Steve Tyler prova através de suas músicas não ser o doidão que aparenta ser, e “I Don’t Wanna Miss A Thing” é uma das canções que escancara de vez o seu lado sentimental.

 

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 Cara, o importante é o que importa.

A primeira vez que ouvi essa música jamais desconfiei que poderia ser dos caras que pintam o rosto e fazem cara feia no palco, até porque foi a época do Kiss sem máscaras e como assisti ao clipe não desconfiei, mas é. “Forever” é uma entre tantas baladas amorosas da banda Kiss. 

 

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 É, parece que a cara feia não é por causa da pintura no rosto

E por fim, uma das melhores bandas com um dos melhores vocalistas de todos os tempos, Freddie Mercury! Nunca vi nenhum cantor expressar tanto suas emoções ao vivo, o cara era incrível. Suas letras sempre com um teor de relacionamento amoroso ou não, mas sempre sensacionais.  “You’re My Best Friend” é tão delicada que chega a ser poesia.

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Freddie, talento e emoção incomparável!

Rock’n Music: Talvez o maior da história

Quem nunca, por mais breve que tenha sido este momento, se imaginou tocando uma guitarra no ar, imitando um grande guitarrista?

Air Guitar, quem nunca?

Pois saiba, que se hoje quando falamos em rock logo vem a cabeça a imagem de um cara fazendo um solo na guitarra,  grande parte da culpa desta associação é da banda britânica Deep Purple.

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Jon Lord – Ritchie Blackmore – Roger Glover – Ian Gillan – Ian Paice – Os caras!

Quando Ritchie Blackmore (guitarra), Ian Gillan (vocal), Roger Glover (Baixo), Jon Lord (Teclado) e Ian Paice (Bateria) entraram no estúdio móvel dos The Rollings Stones no Grand Hotel de Montreux, na Suíça em dezembro de 1971, eles já eram uma banda conhecida pelo excelente trabalho em In Rock (1970) e Fireball (1971) e estavam partindo apenas para a gravação do 6º álbum da banda, Machine Head.

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Se o ver, agarre-o! 

Naquele tempo as gravações eram rápidas, bem diferente dos longos processos que vemos hoje. Machine Head teve um tempo total entre composição e gravação de 15 dias, fato este que me deixa mais abismado com o feito.

O disco começa com uma das melhores músicas da banda, “Highway Star”, uma pegada ao estilo anos setenta com teclado e guitarra afiados, uma verdadeira aula de sincronia. A seguir temos “Maybe I´m a Leo” uma canção com um riff fantástico de guitarra e baixo com uma pegada tranquila, ou seja, uma música para se ouvir e não saber de mais nada. Em “Pictures of Home” o senhor Ian Paice dá suas caras de forma absurda, mesmo com o riff  e solo empolgante da guitarra o grande destaque desta faixa é a bateria. Sou suspeito para falar sobre “Never Before” a quarta faixa do álbum, pois é a minha preferida; tudo aqui dá certo, do riff a letra. Já “Smoke On The Water” me recuso a ficar chovendo no molhado, todos já sabem o clássico em que ela se tornou, até quem não suporta ouvi falar de rock conheci o seu icônico riff.

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O que esse cara fez não é brincadeira – Ritchie Blackmore

Se iniciei falando a respeito de fingir tocar uma guitarra no ar imaginando ser um grande guitarrista, era desta faixa a que eu estava me referindo, “Lazy” tem um riff tão matador quanto a pegada Blues predominante na canção, Ritchie Blackmore não economiza talento aqui. E para fechar o disco temos “Space Trucking” uma canção com todas as características da banda, com destaque para Ian Gillan e seus vocais freneticos, Ian Paice que faz um solo de bateria e  um riff de guitarra que segundo Blackmore foi inspirado na música tema do Batman.

Sem dúvidas um disco divisor de águas, influenciou e influencia muitos músicos até hoje.

Portanto um álbum atemporal, obrigatório para qualquer amante de música e  indispensável para guitarristas de qualquer estilo musical.

Como ficou difícil escolher uma única música para finalizar, achei melhor colocar um show completo da época do lançamento do álbum com todas as músicas do disco ao vivo. Divirtam-se!

David Bowie: Roqueiro ator ou Ator roqueiro

Olá Pessoas, estou bem feliz em poder falar um pouquinho de rock n`roll, filmes e games com vocês.

O meu primeiro post é sobre um filme com um astro do rock que marcou a minha infância:  ” Labirinto – A magia do Tempo”. O filme é tão velhinho quanto eu (nem tanto assim), praticamente nasceu junto comigo, em 1986, apenas um aninho antes de eu vir ao mundo. É um filme norte-americano,dos gêneros aventura e fantasia, dirigido por Jim Henson e produzido por Eric Rattray em conjunção com George Lucas.Têm em seu elenco o músico David Bowie, que compôs e cantou várias músicas, especialmente para o filme, as quais sou muito fã.

David Bowie em seu papel de rei dos duendes e um cabelo a la anos 80

David Bowie em seu papel de rei dos duendes e um cabelo a la anos 80

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Capa original do filme

A protagonista do filme é Sarah Williams (Jeniffer Connely, de “Uma Mente Brilhante” e “Noé”), uma adolescente de 15 anos que adora ler, daquelas que vivem no mundo da fantasia e esquecem de viver a realidade.Totalmente frustrada por ter que cuidar do irmão mais novo,em mais um final de semana, Sarah, que possui muita imaginação, acaba dando vida aos duendes personagens do seu livro favorito “Labirinto”, desejando que eles sumam com o bebê. Mas quando o pequeno Toby realmente desaparece, Sarah precisa ir atrás dele num mundo de conto de fadas , atravessando um labirinto repleto de armadilhas e personagens misteriosos – um lugar que nada parece ser o que é – , em apenas 13 horas e resgatá-lo das mãos do maldoso rei dos duendes Jareth, interpretado magnificamente por David Bowie, antes que o irmãozinho seja transformado em duende também.

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A trama do filme lembra muito a de O Mágico de Oz e Alice no País das Maravilhas, duas histórias cujas protagonistas também entediadas e perturbadas com a sua vida normal, se encontram em uma terra de fantasia, onde tudo pode acontecer.

A fim de voltar para casa com o irmão, Sarah embarca em uma perigosa missão para chegar a um grande castelo (não muito diferente da cidade Esmeralda de O Mágico de Oz). Ao longo do caminho, a menina  usa sua inteligência, coragem e força para passar os obstáculos em um mundo onde não há regras estabelecidas.

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A protagonista Sarah junto com seus amigos “fantásticos”

Em todo o filme há cenas de Jareth (Bowie) em seu castelo cantando e dançando com seus duendes e com o bebê. As músicas foram feitas exclusivamente por Bowie para a trilha sonora do filme, tornando a trilha sonora bem notável, como a canção ” As The World Falls Down” que se tornou um clássico do rock e toca nas rádios até hoje. Eu, particulharmente amo essa música e a escolhi para dançar com o Diego Lima em nosso casamento, revivendo a cena mais romântica do filme – Bowie dançando com Sarah em um baile de máscaras.

O filme fecha com a canção de David Bowie “Underground”, que  ainda hoje faz parte de seu repertório.

Uma adaptação do filme foi realizada alguns meses depois para história em quadrinhos produzida e publicada pela Marvel Comics, lançado em um volume único de 68 páginas, em outubro de 1986, adaptado do filme por Sid Jacobson e ilustrada por Jon Buscema.

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Usando efeitos incríveis para a época , uma trilha sonora maravilhosa e um elenco de primeira, o filme rapidamente se tornou um clássico no gênero e conquistou os corações das crianças da época, inclusive o meu!!! E não é à toa que está entre os melhores filmes que você tem que ver antes de morrer!

Rock’n Game: Brutal Legend, o game mais Heavy Metal!

Lançado um 2009 pela Electronic Arts para as plataformas XBOX 360 e PS3, o game Brutal Legend é obrigatório para fãs de Heavy Metal e rock em geral.Brutal_Legend

Heavy Metal, motocicletas e muita pancadaria.

O jogo conta com uma dublagem muito bem feita e divertida de uma das personalidade que mais tem a ver com o estilo: Jack Black. O trabalho ficou tão bom que em muitos momentos chegamos a acreditar que o personagem é o próprio ator.

Sim, eles se confundem

O enredo do game gira em torno de Eddie Riggs, um roadie de uma banda. Após um acidente que ocorre durante um show, Eddie se fere e seu sangue escorre em direção a fivela de seu cinto, que por um motivo que é desvendado nas últimas fases do game, está amaldiçoado. Com isso Eddie é levado a um outro mundo onde tudo o que ele tem é um machado e uma guitarra para lutar contra tudo e todos.

O mais legal do jogo é a trilha sonora que conta com diversos clássicos do gênero e os encontros com diversas personalidades do mundo do rock durante o game.

personalidades

Lemmy kilmister e Ozzy Osburne também dão as caras

Ele pode até não agradar o grande público, mas os amantes, como eu, do bom rock’n roll é um prato cheio, imperdível!

Então vamos de “Mr. Crowley” música do senhor Ozzy Osburne, presente na trilha sonora do game.

Rock’n Games: O primeiro de muitos!

Fala galera é sempre muito bom você concretizar um desejo que já vem há tempos, e este blog é um dos meus. Sejam bem-vindos!

Não posso falar pelas outras pessoas mas sei que para muitas estas duas paixões sempre andam juntas: Rock e videogame. E para mim isso não é diferente. Então vamos lá!

Rock baby!

Rock baby!

Que a clássica banda Kiss é o grupo com mais produtos no mercado com sua marca, isso não é novidade. São mais de 40 anos de banda e mais de 3.000 produtos. São tantas bizarrices que em meio a tudo isso encontrei um que eu gostaria de ter: Uma máquina de Pinball!

 

Aonde encontro uma dessa?

Aonde encontro uma dessa?

Está maquina foi lançado em 1978 nos EUA, e foi o primeiro game musical baseado em um artista, demais!

O sucesso foi tão grande que mais tarde lançaram uma versão para o console divisor de águas da Sony, o Playstation One.

Não deve ter sido dos melhores

Não deve ter sido dos melhores

Hoje em dia já existem versões de máquinas de Pinball de bandas como ACDC e Metallica também, mas nada como ser os primeiros.

Hey hey hey

 

Hey, hey , hey

Imagine você jogando e ainda ouvindo todos os clássico da banda? Isso realmente vale a pena!

Bora ficar com um clássico da banda, já que não posso ficar com a máquina.

KISS – Detroit Rock City